sexta-feira, 20 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
D E S D É M
MANOEL HERCULANO
Você que mais parece um desdém
Que jamais se vai e nunca vem
Você que nem se quer me olha
Que não chove, não molha
Você que tanto me despreza
Que não ajoelha nem reza
Você que não é mãe nem é pai
Que não chega, não entra, não sai
Você que quase sempre teima
Mas que não gela nem queima
Você que nunca se entrosa
Que não é verso nem prosa
Você que não tem coragem nem fobia
Que não chupa cana nem assobia
Você que jamais pondera
Que nunca foi e já era
Você com quem não tenho clima
Que não fode nem sai de cima
Você que não soma, não pesa, não mede
Saiba que só falo o que você pede
Para mim você não cheira nem fede
----------------------------------------------------------------------------
Voltei, com este poema que fiz na OLDI, grupo que participo, e o tema era "Fede". Bem, foi o que
consegui sem que a coisa fedesse ainda mais... rsrs. Dia 10/07/2012, e são 22:50h. Ah, estive na FLIP, e agora vou ao Corujão da Poesia. Comentem! Abraços e beijos.
Você que mais parece um desdém
Que jamais se vai e nunca vem
Você que nem se quer me olha
Que não chove, não molha
Você que tanto me despreza
Que não ajoelha nem reza
Você que não é mãe nem é pai
Que não chega, não entra, não sai
Você que quase sempre teima
Mas que não gela nem queima
Você que nunca se entrosa
Que não é verso nem prosa
Você que não tem coragem nem fobia
Que não chupa cana nem assobia
Você que jamais pondera
Que nunca foi e já era
Você com quem não tenho clima
Que não fode nem sai de cima
Você que não soma, não pesa, não mede
Saiba que só falo o que você pede
Para mim você não cheira nem fede
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Voltei, com este poema que fiz na OLDI, grupo que participo, e o tema era "Fede". Bem, foi o que
consegui sem que a coisa fedesse ainda mais... rsrs. Dia 10/07/2012, e são 22:50h. Ah, estive na FLIP, e agora vou ao Corujão da Poesia. Comentem! Abraços e beijos.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
A M B I E N T E - S E
MANOEL HERCULANO
Peço a palavra e um instante de atenção
Pois já não dá pra ser meio consciente
É importante assumir o compromisso
Desde o início do meio expediente
Reforçar nosso amor pela mãe terra
Antes do fim de todo meio ambiente
Porque no meio do meio ambiente
Ao meio dia quem é sábio observa
E sem meio termo a nossa conversa
Tem que ser sincera, sem reserva
Pois se ainda existe uma saída
Ela está nas mãos de quem preserva
Não dá pra ficar em cima do muro
Nem seguir caminhando no meio fio
Estamos à beira e no centro de tudo
Em nosso meio estamos por um fio
Do lado de cá, e de lá, e de dentro
Quando o tempo esquenta e faz frio
Todo mundo precisa compreender
Que já habita no terceiro milênio
E que do primeiro ao terceiro mundo
Necessita-se igualmente de oxigênio
Sem ar e sem árvore não sobrevive
Nem o bilionário nem o gênio
Seja feliz igual pinto na lixeira
Lixo orgânico, lixo reciclável
Papel, metal, vidro e plástico
Coleta seletiva, ação responsável
Lucidez e atitudes que garantem
Para todos um futuro confortável
Mas pra falar de esperança no futuro
Só com educação à nossa altura
Produzir o pão nosso de cada dia
Vestindo a camisa da agricultura
Sem destruir a prole nem o pólen
Nossa morada e o culto à cultura
E o rei do baião, um ser lá do sertão
Por ser tão consciente fez um xote
Sobre a dor das florestas, das matas
De quem mata, e é morto, e é morte
A terra que arde nas mãos do covarde
E nos deixa sem rumo, sem norte
O sustento da sustentabilidade
Não permite consumo sem limite
Nem a falta de zelo e o degelo
Clamor que a geleira transmite
E outros gritos, tantos lamentos
Fatos que o bom senso não admite
Pois então se ligue nesta missão
O meio ambiente é biológico
E a lição é: ambiente-se, oriente-se
Já que o sistema nem sempre é lógico
Mas a possibilidade real existe
Porque o eco da natureza é ecológico
----------------------------------------------------------------------
*** De volta com esses versos, parte de um trabalho sobre Meio Ambiente. São 3:30h, do dia 05 de junho, dia do próprio... ABRAÇO!
Peço a palavra e um instante de atenção
Pois já não dá pra ser meio consciente
É importante assumir o compromisso
Desde o início do meio expediente
Reforçar nosso amor pela mãe terra
Antes do fim de todo meio ambiente
Porque no meio do meio ambiente
Ao meio dia quem é sábio observa
E sem meio termo a nossa conversa
Tem que ser sincera, sem reserva
Pois se ainda existe uma saída
Ela está nas mãos de quem preserva
Não dá pra ficar em cima do muro
Nem seguir caminhando no meio fio
Estamos à beira e no centro de tudo
Em nosso meio estamos por um fio
Do lado de cá, e de lá, e de dentro
Quando o tempo esquenta e faz frio
Todo mundo precisa compreender
Que já habita no terceiro milênio
E que do primeiro ao terceiro mundo
Necessita-se igualmente de oxigênio
Sem ar e sem árvore não sobrevive
Nem o bilionário nem o gênio
Seja feliz igual pinto na lixeira
Lixo orgânico, lixo reciclável
Papel, metal, vidro e plástico
Coleta seletiva, ação responsável
Lucidez e atitudes que garantem
Para todos um futuro confortável
Mas pra falar de esperança no futuro
Só com educação à nossa altura
Produzir o pão nosso de cada dia
Vestindo a camisa da agricultura
Sem destruir a prole nem o pólen
Nossa morada e o culto à cultura
E o rei do baião, um ser lá do sertão
Por ser tão consciente fez um xote
Sobre a dor das florestas, das matas
De quem mata, e é morto, e é morte
A terra que arde nas mãos do covarde
E nos deixa sem rumo, sem norte
O sustento da sustentabilidade
Não permite consumo sem limite
Nem a falta de zelo e o degelo
Clamor que a geleira transmite
E outros gritos, tantos lamentos
Fatos que o bom senso não admite
Pois então se ligue nesta missão
O meio ambiente é biológico
E a lição é: ambiente-se, oriente-se
Já que o sistema nem sempre é lógico
Mas a possibilidade real existe
Porque o eco da natureza é ecológico
----------------------------------------------------------------------
*** De volta com esses versos, parte de um trabalho sobre Meio Ambiente. São 3:30h, do dia 05 de junho, dia do próprio... ABRAÇO!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
SALVE SALVE
MANOEL HERCULANO
Salve salve o Brasil, salve o grande guerreiro
Salve Ele em toda terra, todo terreiro
Salve Jorge, e o brasileiro que da batalha não foge
Nem por falta de fé, nem à pé, nem à cavalo
No intervalo de mais uma luta
No resvalo de uma paz absoluta
Em sua caminhada noturna pela rua
Com sua espada refletida na própria lua
Perambulando, cantarolando um lálálá em fá
E as aves que lálálá gorjeiam não jorgeiam como cá
Porque o mês é de abril, de Jorge, do Indio, do rei
Mês do Brasil, mês que eu nasci, mês do livro que lerei
Mês do Chico City, Santo Expedito, Lobato e seu sítio
Chaplin, Shakespeare, Bento XVI e outros mitos
E Brasília, outra família, santinhos surdos para os gritos
Dia primeiro retira-se a mentira dos imprudentes
Dias depois atira-se saudações a Tiradentes
E ao glorioso São Jorge, com toda a sua cavalaria
No manto e alforje, mais proteção para a montaria
Porque outra vez cumpriu-se a profecia
E vinte e três de abril abriu de vez pra poesia
--------------------------------------------------------------------------------
---- Voltei, e com este poema que acabei de escrever e, portanto, ainda posso mexer... (olha a rima aí). Já são mais de 23h, mas ainda é dia do meu aniversário: 25 de abril. Abraços e beijos. Até!!!
Salve salve o Brasil, salve o grande guerreiro
Salve Ele em toda terra, todo terreiro
Salve Jorge, e o brasileiro que da batalha não foge
Nem por falta de fé, nem à pé, nem à cavalo
No intervalo de mais uma luta
No resvalo de uma paz absoluta
Em sua caminhada noturna pela rua
Com sua espada refletida na própria lua
Perambulando, cantarolando um lálálá em fá
E as aves que lálálá gorjeiam não jorgeiam como cá
Porque o mês é de abril, de Jorge, do Indio, do rei
Mês do Brasil, mês que eu nasci, mês do livro que lerei
Mês do Chico City, Santo Expedito, Lobato e seu sítio
Chaplin, Shakespeare, Bento XVI e outros mitos
E Brasília, outra família, santinhos surdos para os gritos
Dia primeiro retira-se a mentira dos imprudentes
Dias depois atira-se saudações a Tiradentes
E ao glorioso São Jorge, com toda a sua cavalaria
No manto e alforje, mais proteção para a montaria
Porque outra vez cumpriu-se a profecia
E vinte e três de abril abriu de vez pra poesia
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---- Voltei, e com este poema que acabei de escrever e, portanto, ainda posso mexer... (olha a rima aí). Já são mais de 23h, mas ainda é dia do meu aniversário: 25 de abril. Abraços e beijos. Até!!!
sexta-feira, 16 de março de 2012
SEMANA DA POESIA
AMIGOS, não tenho postado mas passo aqui quase todo dia, portanto, deixem seus comentários... Obrigado, abraço, beijo...
NA SEMANA DA POESIA PENSEI EM RENUNCIÁ-LA,
DENUNCIÁ-LA, MAS SÓ CONSEGUI ANUNCIÁ-LA...
Manoel Herculano
NA SEMANA DA POESIA PENSEI EM RENUNCIÁ-LA,
DENUNCIÁ-LA, MAS SÓ CONSEGUI ANUNCIÁ-LA...
Manoel Herculano
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
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